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  • Felipe Lando

Dedutivo ou Indutivo?

Você já deve ter se deparado com a seguinte dúvida: meu trabalho requer uma análise indutiva ou dedutiva?

Bom, se você ficou com essa dúvida em algum momento, vamos esclarecê-la neste post.

Mas antes, confere o vídeo que fizemos lá no canal do YouTube falando desse assunto. Clica na imagem e confere!!



Na análise qualitativa, você pode adotar duas formas de interpretar os seus dados, uma delas pressupõe que você utilizará códigos e categorias pré-determinados pela teoria e a outra pressupõe que você identificará códigos e categorias ao longo do seu processo de análise.

Análise Dedutiva

Se você encontrou na sua revisão de literatura dimensões dos conceitos da sua pesquisa e vai procurar nos seus dados fragmentos que se encaixem dentro dessas caixinhas pré-determinadas, dizemos que você está fazendo uma análise dedutiva. Você está deduzindo que os dados se adequam melhor com uma categoria do que com outra.

O que não significa que você não possa criar categorias ao longo da análise. Se você identificar novas categorias, que sejam válidas, provavelmente contribuirá para a teoria que ainda não as tinha identificado.

Análise Indutiva

Se você coleta seus dados qualitativos e analisa-os criando categorias chamadas in-vivo, ou seja, categorias emergentes dos trechos analisados, você está fazendo uma análise indutiva. Você está induzindo que determinados dados podem representar determinado código ou categoria.

Para simplificar

Quando você vai fazer uma análise dedutiva, você escolhe as canetas que utilizará para marcar o seu texto e coloca um adesivo em cada uma delas.

Se você vai fazer uma análise indutiva, você utilizará uma caneta e marcará tudo o que é importante e, posteriormente, selecionará o que são códigos e categorias dos seus dados.

Espero que esse post tenha te ajudado a compreender melhor essas diferenças. Espero, também, te ver em outros posts aqui do blog.

Um abraço,

Felipe.

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